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Capítulo 6: Prática da Igreja: A visão exclusiva das primeiras igrejas

“Paulo ensinou a todas as igrejas este costume e esperava que o seguissem. Nesta declaração final ele corta todos os outros argumentos apelando ao uso cristão universal [da cobertura feminina]”. 1) Mary Kassian, Women, Creation and the Fall (Crossway Books, 1990), 100.

Mary A. Kassian, professora de estudo de mulheres, Southern Baptist Theological Seminary

 

A palavra final de Paulo em relação à cobertura da cabeça fornece um dos argumentos mais fortes a favor dele: a prática uniforme de todas as igrejas. Aqui está o que ele diz:

“Contudo, se alguém quer ser contencioso, saiba que nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.”(1 Coríntios 11:16)

Enquanto a maioria das pessoas na igreja de Corinto realizava a prática da cobertura da cabeça, havia obviamente alguns que tinham problemas com ela. Paulo diz a essas pessoas que, se elas são contenciosas, elas estão sozinhas. Todos os apóstolos e todas as igrejas locais praticavam a doutrina da cobertura feminina.

Tal costume?

Você pode se perguntar, por que eu digo que eles seguraram a prática de cobertura da cabeça quando o que ele realmente diz é que eles não têm “tal prática”? A fim de resolver esta aparente discrepância, devemos definir “prática”, olhando para o seu mais próximo antecedente. Entendemos que se eu disser: “Ele não quer ir lá”, você só pode saber quem “ele” é e onde “lá” é olhando para a frase anterior para encontrar os antecedentes dessas palavras. Da mesma forma, só podemos saber o que a “prática” é olhar para os versos anteriores. Essa é a chave para interpretar corretamente esta passagem. Vamos começar no versículo 13 para que você possa ver isso por si mesmo.

“Julgai entre vós mesmos: é próprio que a mulher ore a Deus sem trazer o véu?Ou não vos ensina a própria natureza ser desonroso para o homem usar cabelo comprido?E que, tratando-se da mulher, é para ela uma glória? Pois o cabelo lhe foi dado em lugar de mantilha.Contudo, se alguém quer ser contencioso, saiba que nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.”(1 Coríntios 11:13-16)

O início deste verso onde ele diz “julgue entre vós mesmos” é o começo de um novo pensamento. Ele está dando um novo argumento, que vem da natureza, e ele faz isso perguntando retóricamente: “é próprio que a mulher ore a Deus sem trazer o véu?” Esta é a questão em discussão. Ele então prossegue para fazer seu argumento apontando para comprimentos de cabelo antes de chegarmos ao verso que estamos falando. Deve-se notar que o antecedente mais próximo para a “prática” não é a cobertura da cabeça, que não foi mencionada desde o versículo 10, mas sim a prática de mulheres orando descobertas (1 Coríntios 11:13).

Assim, Paulo está dizendo que, se alguém está sendo polêmico, as igrejas não têm “tal prática” como a que a pessoa contenciosa está defendendo (ou seja, as mulheres orando com cabeças descobertas). Paulo não está dizendo que não há uma posição oficial sobre a cobertura da cabeça – ele acabou de dar essa defesa. É por isso que outras versões tentam tornar este versículo mais legível ao traduzi-lo: “Não temos outra prática, nem as igrejas de Deus” (1 Coríntios 11:16). É menos literal, mas tenta trazer para fora o significado verdadeiro mais claramente. 2) As notas de rodapé da NASB (New American Standard Bible) afirmam que  “tal prática” é a leitura literal. Eles dão uma tradução menos literal para a legibilidade. Assim, essa tradução assume que a prática é cobertura da cabeça.

Tertuliano, um apologista cristão que viveu entre cerca de 155 a 220 dC, escreveu muitos livros teológicos. Em um deles, O Véu das Virgens (The Veiling of Virgins), ele argumentou a partir da Escritura e da tradição que todas as mulheres devem ter suas cabeças cobertas, não apenas aquelas que estão casadas. Há uma declaração muito útil que ele fez sobre a igreja em Corinto em seu dia, aproximadamente 150 anos depois que Paulo escreveu sua primeira carta para eles. Ele diz:

“Assim também os próprios coríntios entenderam [Paulo]. Na verdade, até nos dias de hoje os coríntios cobrem as suas virgens com véu. O que os apóstolos ensinaram, seus discípulos aprovam.” 3) Tertullian, “On the Veiling of Virgins,” 33.

Tendo observado a igreja de Corínto do terceiro século, Tertuliano, em essência, diz: “Eles entenderam que Paulo queria dizer que todas as mulheres devem usar véu para a cabeça. Isso é evidenciado pelo fato de que até hoje é praticado por elas.”

Este ensinamento continuou sendo a prática padrão da maioria das igrejas ao longo da maioria da história da igreja. Como R.C. Sproul Sr. nota: “O uso da cobertura feminina na adoração foi universalmente a prática de mulheres cristãs até o século XX. O que aconteceu? De repente, descobrimos alguma verdade bíblica para a qual os santos por milhares de anos eram cegos? Ou será que nossas visões bíblicas de mulheres foram gradualmente corroídas pelo movimento feminista moderno que se infiltrou na Igreja de Jesus Cristo, que é “o pilar e o fundamento da verdade”? 4) Greg Price, “Head coverings in Scripture,” http://www.albatrus.org/english/living/modesty/headcoverings_in_scripture.htm, acessado em 23 de agosto 2015.

A cobertura feminina não é uma doutrina nova e estranha. Esta é uma velha doutrina, baseada na Bíblia e compreendida dessa maneira pela maioria ao longo da história da igreja. A cobertura feminina foi praticada em todas as igrejas através dos séculos, e nós somos a exceção de hoje. Está na hora de mudarmos isso!

Temos uma última consideração antes de terminar o respaldo bíblico para a cobertura da cabeça. Vou mostrar a você cinco razões pelas quais esta prática é um mandamento bíblico, não uma questão de liberdade cristã.

References

1.
 Mary Kassian, Women, Creation and the Fall (Crossway Books, 1990), 100.
2.
 As notas de rodapé da NASB (New American Standard Bible) afirmam que  “tal prática” é a leitura literal. Eles dão uma tradução menos literal para a legibilidade. Assim, essa tradução assume que a prática é cobertura da cabeça.
3.
 Tertullian, “On the Veiling of Virgins,” 33.
4.
 Greg Price, “Head coverings in Scripture,” http://www.albatrus.org/english/living/modesty/headcoverings_in_scripture.htm, acessado em 23 de agosto 2015.

Resumen: Argumentos bíblicos para el uso del velo en la actualidad

Aprecio que consideres positivamente los argumentos sobre la práctica del símbolo del velo. Algunos tal vez estarán convencidos mientras que otros pueden tener dudas acerca de aplicaciones prácticas. Otros tal vez tendrán objeciones, las cuales estaremos tratando en los siguientes capítulos. Antes de continuar considero que sería bueno recordar los puntos más importantes que hemos visto hasta el momento.

Tradición apostólica

Os alabo, hermanos, porque en todo os acordáis de mí, y retenéis las instrucciones tal como os las entregué” (1 Corintios 11:2).

La palabra “instrucciones” en este contexto se refiere a las enseñanzas provenientes de Dios, y no a aquéllas de los hombres. Hemos examinado la estructura de la oración y hemos aprendido que el velo es una de esas enseñanzas. Esto significa que la doctrina del velo durante la adoración corporativa es una enseñanza apostólica que fue dada para que la “retuviéramos”.

Orden de la creación

Cristo es la cabeza de todo varón, y el varón es la cabeza de la mujer, y Dios la cabeza de Cristo” (1 Corintios 11:3)

Porque el varón no debe cubrirse la cabeza, pues él es imagen y gloria de Dios; pero la mujer es gloria del varón. Porque el varón no procede de la mujer, sino la mujer del varón, y tampoco el varón fue creado por causa de la mujer, sino la mujer por causa del varón. Por lo cual la mujer debe tener señal de autoridad sobre su cabeza” (1 Corintios 11:7-10a).

La doctrina del velo es un símbolo que refleja el orden de autoridad establecido antes de la caída. El hombre con la cabeza descubierta muestra su liderazgo espiritual, mientras que la mujer con su cabeza cubierta muestra la sumisión a la autoridad de un hombre como su cabeza espiritual. Cuando Pablo señala hacia el libro de Génesis como una razón por la cual debemos practicar la doctrina del velo, él derrumba todo argumento cultural.

Ángeles

Por lo cual la mujer debe tener señal de autoridad sobre su cabeza, por causa de los ángeles” (1 Corintios 11:10)

La doctrina del velo no es meramente un símbolo para la congregación, sino también lo es a causa de los ángeles. Y debido a ello se presupone que participan con nosotros, o al menos nos observan. Aunque no podemos saber con certeza todo a lo que el Apóstol Pablo se refiere con este versículo, podemos reducirlo a las siguientes interpretaciones: 1) un llamado a no ofender a los ángeles con nuestra desobediencia, ó 2) un mandato a mostrar acertadamente una fotografía del orden de la creación (Efesios 3:10; 1 Pedro 3:22), ó 3) una advertencia a ser responsables (1 Timoteo 5:21). Pablo muestra en este versículo que su preocupación no es lo que la sociedad piense al respecto, sino a lo que los seres angelicales piensen.

Naturaleza

La naturaleza misma ¿no os enseña que al varón le es deshonroso dejarse crecer el cabello?
Por el contrario, a la mujer dejarse crecer el cabello le es honroso; porque en lugar de velo le es dado el cabello
” (1 Corintios 11:14-15)

Mientras que la doctrina del velo es enseñada de manera explícita en la Escritura, la naturaleza nos  la confirma de manera silenciosa. Ésta nos muestra que el cabello dado a cada sexo confirma la idoneidad del velo. También nos enseña que es deshonroso confundir la distinción de los géneros. Así que, lo que es inapropiado para nuestro cabello, lo es para con el velo “al orar y profetizar”.

La costumbre de la Iglesia

Con todo eso, si alguno quiere ser contencioso, nosotros no tenemos tal costumbre, ni las iglesias de Dios” (1 Corintios 11:16)

Pablo nos dice que en todas las iglesias, ninguna de ella tenía la práctica de que la mujer orara con su cabeza descubierta. Cuando Pablo escribió 1ª Corintios, estas asambleas estaban geográficamente dispersadas a lo largo de miles de kilómetros en diferentes países y culturas. Existía una uniformidad en la práctica del velo. Esto demuestra que era un símbolo universal cristiano, y no una práctica de una cultura en específica.

Un precepto

Los asuntos de libertad cristiana no son ordenados por Dios; éstos permiten que los cristianos sostengan posturas contrarias al mismo tiempo que glorifican a Dios (Romanos 14:2-6). Observamos la estructura de 1ª Corintios 11 y examinamos 5 razones por las que la doctrina del velo no encaja con la cuestión de la libertad cristiana. Esto significa que la enseñanza es un mandato que necesita ser llevado a la práctica. También vimos que cuando Pablo dice que la mujer “debe tener señal de autoridad sobre su cabeza” (1ª Corintios 11:10), denota una obligación.

Espero que este resumen haya sido útil al refrescar los principales puntos cubiertos en nuestro estudio. Me gustaría ahora pasar a tratar las tres principales objeciones a la doctrina del velo.

CAPÍTULO SIETE: Precepto: no es un asunto de libertad cristiana

Debido al papel de la mujer dado en la creación, ella debe tener autoridad sobre su cabeza (v. 10). La palabra que se traduce como “debe”, aquí y en el versículo 7, es una expresión firme que denota obligación; consecuentemente no existe opción ni elección en el asunto 1) Michael P.V. Barrett, “Head Covering for Public Worship: An Exposition of 1 Corinthians 11:2–16,” http://www.headcoveringmovement.com/Michael-Barrett-Head-Covering-for-Public-Worship.pdf (Faith Free Presbyterian Church, 2003), accedido el 3 de mayo del 2016

Dr. Michael Barrett, Profesor del Puritan Reformed Theological Seminary

 

La libertad cristiana es el derecho de todo cristiano para tomar decisiones en asuntos que no han sido explícitamente ordenados por Dios. En este tipo de asuntos existen parámetros y principios bíblicos que regulan nuestras decisiones, sin embargo no siempre existe una única respuesta para cada cristiano. Esto es lo que se nos enseña en la epístola a los Romanos, donde el Apóstol dice:

“Porque uno cree que se ha de comer de todo; otro, que es débil, come legumbres. El que come, no menosprecie al que no come, y el que no come, no juzgue al que come; porque Dios le ha recibido. ¿Tú quién eres, que juzgas al criado ajeno? Para su propio señor está en pie, o cae; pero estará firme, porque poderoso es el Señor para hacerle estar firme. Uno hace diferencia entre día y día; otro juzga iguales todos los días. Cada uno esté plenamente convencido en su propia mente. El que hace caso del día, lo hace para el Señor; y el que no hace caso del día, para el Señor no lo hace. El que come, para el Señor come, porque da gracias a Dios; y el que no come, para el Señor no come, y da gracias a Dios”. (Romanos 14:2-6)

Pablo dice que Dios no ha ordenado una dieta especial, ni tampoco a estimar de manera especial ciertos días de la semana. Una persona puede comer vegetales mientras que la otra puede comer carne. Una persona puede observar de manera especial cierto día mientras que la otra puede considerar de igual manera los demás días de la semana. Ambas pueden sostener distintas posturas y al mismo tiempo glorificar a Dios. Otras áreas en las que la libertad cristiana entra son, por ejemplo, la vestimenta, los medios de comunicación (televisión, música, noticias) y las preferencias electorales. Para estos asuntos existen parámetros y principios en la Escritura que permiten guiar nuestras decisiones, aún cuando no exista un mandato que sugiera la existencia de un único punto de vista.

Así que, en resumen. Un asunto de libertad cristiana:

1) no es ordenado por Dios y,

2) permite a los cristianos sostener puntos de vista diferentes y al mismo tiempo que Dios es glorificado.

¿Es el velo un asunto de libertad cristiana?

En 1ª Corintios 11 la doctrina del velo es defendida como un imperativo que debe practicarse (versículo 16). Es debido a esto que no creo que deba ser clasificada como un asunto de libertad cristiana. A continuación daré cinco razones por las cuales creo que la doctrina del velo es entendida como un mandato:

  1. De acuerdo con 1ª Corintios 11:2, la práctica del velo era una enseñanza sostenida firmemente por la iglesia debido a que había sido dada a través de la autoridad apostólica de Pablo. Los asuntos de libertad cristiana son dejados a los cristianos y no se dan para que sean observados.
  2. Pablo nos informa que sólo existe un único punto de vista para cualquier persona que esté en desacuerdo con la doctrina del velo (versículo 16). Los asuntos de libertad cristiana son marcados por múltiples puntos de vista, y no con una posición exclusiva.
  3. De acuerdo con la estructura de la oración, existe una acción ordenada: “porque si la mujer no se cubre, que se corte también el cabello; y si le es vergonzoso a la mujer cortarse el cabello o raparse, que se cubra” (1ª Corintios 11:6). Los asuntos de libertad cristiana son identificados por la ausencia de una orden directa.
  4. Pablo dice que es deshonroso no practicar la doctrina del velo, y que no hacerlo es equiparable a que la mujer esté rapada (versículos 4-6), Los asuntos de libertad son marcados por una pluralidad de opciones que pueden glorificar a Dios. Sin embargo, Pablo nos dice que para la doctrina del velo sólo existe una opción.
  5. Pablo defiende la doctrina del velo al apelar al orden de la creación, la naturaleza y los ángeles. Los asuntos de libertad cristiana son marcados por su silencio en las Escrituras, y no presentan una defensa.

Debido a estas razones considero que la doctrina del velo es un mandato bíblico que debe ser practicado por todos los cristianos.

“Debemos” practicarlo

Algunos han sugerido que la doctrina del velo no es un mandato bíblico debido a que Pablo nos dice que el debemos no necesariamente sugiere una obligación. La palabra griega detrás del “debemos” es ὀφείλω (ofeílo), la cual aparece 35 veces en el Nuevo Testamento. Puede ser traducida como deber, deuda, deudor e incluso estar bajo obligación. En toda instancia ὀφείλω (ofeílo) dirige a la persona a una sola práctica. No tiene la connotación de elección, sino de obligación.

Por ejemplo, Pablo dice: “los maridos deben amar a sus mujeres” (Efesios 5:28), y Juan dice “debemos también nosotros amarnos unos a otros” (1ª Juan 1:11). Éstos son mandatos bíblicos, no asuntos de libertad cristiana. Uno no puede retenerle el amor a su esposa o a su hermano y glorificar a Dios al mismo tiempo. Cuando Pablo dice que el hombre “no debe cubrir su cabeza” (1ª Corintios 11:7) y que la mujer debe llevar un símbolo de autoridad en su cabeza (1ª Corintios 11:10), está hablando de algo que debemos hacer, y no de algo que podemos escoger hacerlo si deseamos.

¿Y cuál es la diferencia?

Habiendo expuesto el porqué del mandato de practicar la doctrina del velo, vayamos ahora a ver en qué se diferencia. ¿Qué entendemos (y qué no) cuando nos referimos a que es un mandato?

Ser un mandato bíblico:

  1. No puedes estar en desacuerdo con la interpretación, y por lo tanto no observarla.
  2. No significa que deba ser impuesta; aunque esto puede ser perfectamente aceptable dependiendo de la circunstancia, por ejemplo: que un Pastor lo ordene a su congregación.

Existen diferencias importantes sobre cómo interactuar con un mandato bíblico en contraste con un asunto de libertad cristiana.

Ser un mandato bíblico:

  1. Significa que de estar convencido sobre la interpretación, se está obligado a observarla.
  2. Significa que puedes persuadir y exhortar a que sea observada sin llegar a ser un legalista.

Entiendo que llamar a la doctrina del velo un mandato puede llegar a ser incómodo para algunas personas que lean esto. Después de todo, ¿acaso no estamos bajo la gracia? ¿no estamos libres de la ley? Al decir esto no estoy sugiriendo que regresemos al antiguo mandamiento escrito del cual hemos sido liberados (Romanos 7:6). Al contrario, estoy declarando enfáticamente que el cristianismo no es una religión de libertinaje (Mateo 7:23). Pablo dice que estamos bajo “la ley de Cristo” (1ª Corintios 9:21), además Jesús dijo: “Si me amas, guardarás mis mandamientos” (Juan 14:15). Esto significa que el cristianismo y los mandatos no son antitéticos.

Aunque Pablo (y no Jesús) haya enseñado la doctrina del velo, se nos enseña que “Toda la Escritura es inspirada por Dios” (2 Timoteo 3:16), y el Apóstol Pedro considera que los escritos de Pablo son inspirados (2 Pedro 3:15-16). Eso significa que las letras en negro no son menos inspiradas que las rojas. Dado que el último autor de 1ª Corintios 11 es Dios, los creyentes deben estudiar este pasaje con el mismo vigor que el resto de las Escrituras. Si éstos son convencidos de que el pasaje en cuestión habla sobre del uso de una cubierta artificial, siendo un símbolo atemporal y transcultural, entonces están obligados a observarlo, a enseñarlo y exhortar a los demás que observen este mandato.

References

1.
 Michael P.V. Barrett, “Head Covering for Public Worship: An Exposition of 1 Corinthians 11:2–16,” http://www.headcoveringmovement.com/Michael-Barrett-Head-Covering-for-Public-Worship.pdf (Faith Free Presbyterian Church, 2003), accedido el 3 de mayo del 2016

Capítulo 06: La costumbre de la Iglesia: la visión exclusiva de las primeras iglesias

“Pablo enseñó a todas las iglesias esta tradición, y él espera que se siguiera. En esta declaración final él corta cualquier otro argumento al recurrir a la práctica universal” 1) Mary Kassian, Women, Creation and the Fall (Crossway Books, 1990), 100.

 –Mary A. Kassian, Profesora de estudios para mujeres en Southern Baptist Theological Seminary

 

La última palabra de Pablo respecto a la doctrina del velo proporciona uno de los argumentos más fuertes en su favor: la práctica universal de las iglesias. El Apóstol dice:

“Si alguien insiste en discutir este asunto, tenga en cuenta que nosotros no tenemos otra costumbre, ni tampoco las iglesias de Dios” (1 Corintios 11:16)

Mientras que la mayoría de las personas en la Iglesia de Corinto practicaban el uso del velo, existían algunas pocas que tenían problemas con ello. Pablo les dice a éstas que si van a ser contenciosas se encuentran solas en ello.  Todos los apóstoles, al igual que cada iglesia, estaban de acuerdo con dicha práctica.

¿Tal costumbre?

Tal vez te preguntarás por qué digo que la iglesia de Corinto practicaba el uso del velo cuando lo que Pablo realmente dice que no tenían tal “costumbre”. A fin de resolver esta aparente discrepancia debemos identificar cuál es la costumbre de la que Pablo está hablando. Haremos esto al analizar el antecedente más cercano. Sabemos que si digo “Él no quiere ir allá” sólo sabríamos quién es “él” y dónde es “allá” si tomamos en cuenta la oración previa para encontrar los antecedentes de estas palabras”. De la misma manera sólo podemos entender la costumbre de la que Pablo habla al ir hacia los antecedentes de la oración. Esa es la clave para interpretar correctamente el pasaje. Así que vayamos al versículo 13 para que puedas ver por ti mismo:

“Juzguen ustedes mismos: ¿Es apropiado que la mujer ore a Dios sin cubrirse la cabeza? ¿No les enseña el mismo orden natural de las cosas que es una vergüenza para el hombre dejarse crecer el cabello, mientras que es una gloria para la mujer llevar cabello largo? Es que a ella se le ha dado su cabellera como velo. Si alguien insiste en discutir este asunto, tenga en cuenta que nosotros no tenemos otra costumbre, ni tampoco las iglesias de Dios” (1 Corintios 11:13-16)

El inicio de este versículo, en donde Pablo dice “juzguen ustedes mismos”, corresponde al inicio de una nueva idea. Pablo está dando un nuevo argumento acerca de la naturaleza y lo hace al emplear una pregunta retórica “Es apropiado que la mujer ore a Dios sin cubrirse la cabeza”. Esta es la pregunta bajo discusión. Posteriormente continúa con su argumento señalando la longitud del cabello antes de llegar al versículo del cual estamos hablando. Así que debe notarse que el antecedente más cercano para “tal costumbre” no es el velo, el cual no ha sido mencionado desde el versículo 10, más bien se trata de la práctica de la mujer de orar con la cabeza descubierta (1 Corintios 11:13).

Así que Pablo está diciendo que si alguien es contencioso, las iglesias no tienen “tal costumbre” como la que la persona contenciosa sostiene (la cual es, que la mujer ore sin cubrirse). Pablo no está diciendo que no existe una postura oficial respecto a la doctrina del velo, –acaba de dar una defensa. Es por eso que algunas traducciones de la Biblia tratan de hacer más entendible este versículo al traducirlo como “no tenemos tal práctica, ni las iglesias de Dios” (1 Corintios 11:16). Es menos literal, pero trata de proporcionar un significado más claro.

Más allá de Corinto

Algunos argumentan que Pablo ordenó que la mujer cubriera su cabeza debido a una situación local. Sin embargo, en este versículo (1 Corintios 11:16) Pablo muestra que esto va más allá de la Ciudad de Corinto y que además es la práctica de todas las iglesias, en cualquiera que sea su ubicación. Sólo piensa en las iglesias que existían por esa época: Corinto, Filipos, Tesalónica, Éfeso, Iconia, Cesarea, Antioquía y muchas otras más. Todas éstas tuvieron miembros judíos y gentiles, de diversas culturas. Éstas se encontraban distribuidas geográficamente en lugares como lo que hoy en día es Israel, Turquía y Grecia. Aun así, todas ellas practicaban unánimemente la doctrina del velo . ¿Cómo es que puede lograrse tal unidad sino debido al entendimiento de la doctrina del velo como mandato para toda la cristiandad?

La iglesia de Corinto después de 150 años

Tertuliano, un apologista cristiano que vivió entre los años 155 y 220 d.C., escribió muchos libros de teología. En uno, El velo de las vírgenes, argumentó con base en la Escritura y en la tradición, que la mujer debe cubrirse y no únicamente las casadas. Existe una declaración bastante útil que hizo aproximadamente 150 años después de que Pablo escribiera la Primera Epístola a los Corintios. Él dijo:

“Así también los corintios habían entendido [a Pablo]. De hecho, hasta el día de hoy los corintios velan a sus vírgenes. Lo que los Apóstoles enseñaban, sus discípulos aprobaban” 2) Tertullian, “On the Veiling of Virgins,” 33.

Habiendo observado la iglesia de Corinto del siglo III, Tertuliano en esencia está diciendo: “Ellos entendieron que Pablo enseñó que la mujer debía cubrirse. Eso es evidente por el hecho de que hasta el día de hoy la práctica permanece”.

Esta enseñanza permaneció como el estándar de muchas iglesias a través de la mayor parte de la historia de la iglesia. El Sr. R.C. Sproul nota lo siguiente: “El uso de una cubierta artificial durante la adoración fue la práctica universal de muchos cristianos hasta el siglo veinte. ¿Qué sucedió? ¿Acaso encontramos repentinamente alguna verdad bíblica ante la cual permanecimos ciegos a lo largo de miles de años? ¿O es que nuestra perspectiva bíblica de la mujer fue erosionada gradualmente por el movimiento feminista infiltrándose finalmente en la Iglesia de Jesucristo, columna y baluarte de la verdad?” 3) Greg Price, “Head coverings in Scripture,” http://www.albatrus.org/english/living/modesty/headcoverings_in_scripture.htm, accessed Aug. 23, 2015.

El velo no es algo nuevo, no es alguna doctrina extraña. Esta doctrina es muy antigua y se encuentra fundamentada en la Biblia, entendida por la mayoría a través de la historia de la iglesia. La doctrina del velo fue practicada en todas las iglesias a través de los siglos y nosotros somos la excepción hoy en día. Es momento de cambiar eso.

Tenemos una última consideración antes de terminar con los argumentos bíblicos de la doctrina del velo. Mostraré 5 razones por las cuales esta doctrina es más un mandato bíblico y no un asunto de libertad cristiana.

References

1.
 Mary Kassian, Women, Creation and the Fall (Crossway Books, 1990), 100.
2.
 Tertullian, “On the Veiling of Virgins,” 33.
3.
 Greg Price, “Head coverings in Scripture,” http://www.albatrus.org/english/living/modesty/headcoverings_in_scripture.htm, accessed Aug. 23, 2015.

Analyn’s Head Covering Testimony: I Was One Of The Last to Cover

In this video testimony Analyn (a member of Trondheim International Reformed Church in Norway) shares her testimony regarding head covering. She says that she was one of the last people to cover at her church and she explains why that was so.

This is a clip from a longer video where she shares about coming to true faith in Christ. You can watch that full video here.

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